terça-feira, 19 de janeiro de 2016

SENHORAS DESTAS JÁ NÃO HÁ. HÉLÀS!

Conchita Cintrón
(1922 – 2009)
Bayonne, França, 1947
Fotografia atribuída a
Jean Dieuzaide
(1921 – 2003)
Neste mesmo ano de 1947, em que aqui em cima a vemos registada para a posteridade numa belíssima fotografia, a maior cavaleira tauromáquica de todos os tempos veio ser cabeça-de-cartaz duma corrida a Portugal.
Conchita Cintrón, na Praça de Touros de Portalegre, lidou touros do meu tio-avô Mariano Firmino Costa Pinto. Ainda no Alentejo, toureou também em Cabeço de Vide, onde alternou com o cavaleiro tauromáquico, primo-direito do meu Pai, Mariano Vaz Costa Pinto.
Quem quiser conhecer a vida e a obra desta extraordinária Senhora, pode começar por consultar a Wikipédia. Vão ver, que vão gostar; e, muito provavelmente, apaixonar-se.
Sobre Conchita Cintrón, disse Orson Welles: «A sua memória destaca-se como uma repreensão aos que afirmam que uma mulher perde algo da sua feminilidade quando pretende competir com os homens».