domingo, 19 de fevereiro de 2017

AUTÓPSIA PSICOLÓGICA DOS ANIMAIS POLÍTICOS

Sempre houve e sempre haverá, apenas e só, três tipos de homens, no mundo: os que não servem para nada; os que servem interesses estrangeiros e anti-nacionais; e — os últimos são os primeiros —  os que servem a sua Terra e o seu Povo acima de tudo.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

PARA A COMPREENSÃO DE ÁFRICA

Jogos Africanos, de Jaime Nogueira Pinto, A Esfera dos Livros, Novembro de 2016 (5.ª edição).
... E para encerrar de vez o ultramarino e universal Império Português de 560 anos e começar a preparar o continental e identitário Império da Europa das Nações.  

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

DA SECÇÃO DE LIVROS PREMONITÓRIOS

Guerras contra a Europa: Bósnia — Kosovo — Chechénia..., de Alexandre del Valle, tradução de Margarida Menezes, Hugin Editores, Lisboa, Abril de 2001 (1.ª edição). 

sábado, 11 de fevereiro de 2017

UM HERÓI DO PASSADO QUE TEM FUTURO

Henrique Paiva Couceiro
(30.12.1861 — 11.02.1944)
Acabei agora mesmo, a propósito da efeméride histórica de hoje, de reler, mais uma vez, a biografia de Henrique Paiva Couceiro, escrita por Vasco Pulido Valente.
O autor não resiste a tentar apoucar, aqui e ali, o Herói Português. No entanto, o livrinho tem méritos. A saber: é mais uma achega para a criação de hábitos de leitura na área da arte da biografia; género raro em Portugal, vá-se lá saber porquê — por falta de homens interessantes no nosso passado histórico não será, certamente. Por outro lado, VPV demonstra maus fígados (fruto das libações perigosas?...) na análise que faz de certos episódios da vida e obra de Paiva Couceiro, mas até assim desperta no leitor curiosidade de conhecer o eterno capitão. Falo por mim.
Devo confessar que, estranhamente, na idade do culto dos heróis — nacionais e outros —, sendo eu já monárquico militante, nunca coloquei Paiva Couceiro no meu altar de santos, heróis e sábios. E hoje, na maturidade da meia idade, já sei identificar a causa da coisa: cá para mim, Mouzinho de Albuquerque ocupava, em toda a plenitude, o lugar que outros reservavam a Couceiro. Continuo fiel a Mouzinho, mas este livrinho deu-me uma enorme vontade de partir à (re)descoberta de Henrique Paiva Couceiro — homem de fé profunda e carácter férreo. Características estas caídas em desuso, e que devem incomodar bastante os intelectuais a que hoje temos direito; os quais, no que diz respeito a consistência de valores e personalidade, são, em geral, pouco mais do que gelatina.
Leia-se, pois.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

NAÇÃO VERSUS GLOBALIZAÇÃO

Os inúmeros e bem-remunerados comentadores expertos dos merdia convencionais andam desnorteados com a queda em dominó do mundialismo (vulgo globalização) às mãos dos diferentes movimentos nacionais que se baseiam nas diversas ideologias identitárias. Talvez começando por estudar honestamente estas se lhes abra a visão, até agora formatada pelas palas do politicamente correcto, para a realidade. Há dezenas de sítios e blogues nacionais e livres onde poderão encontrar, sem falsas mediações ditadas pelo politicamente correcto, os fundamentos doutrinários das múltiplas alternativas de síntese nacional que germinam e triunfam dia após dia nas agora ressuscitadas pátrias.      

domingo, 5 de fevereiro de 2017

ETERNAS MÁXIMAS TRADICIONAIS POPULARES

Mal vai a casa onde a galinha canta e o galo cala.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

LIVRO PARA HOJE E SEMPRE

João de Brito — Herói da Fé e do ImpérioJoão Ameal, Edições SPN, Lisboa, 1941.

SANTO DO DIA

S. João de Brito (01.03.1647 — 04.02.1693). Mártir.
Lisboeta Missionário no Ultramar Português.

COM A AJUDA DA DIVINA PROVIDÊNCIA E A ACÇÃO DOS TRADICIONALISTAS

No terceiro milénio todas as nações terão finalmente os governos que merecem.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

NOVA TERTÚLIA PARA O TERCEIRO MILÉNIO

Círculo de Estudos Lusíadas de Tradição e Acção.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

NOVO MILÉNIO, NOVO PARADIGMA GEOPOLÍTCO

Atendendo ao que se vai vendo, mais do que uma viragem de século, estamos perante um novo milénio.

SABORES LUSÍADAS

Um café, acompanhado por um pastel de nata com açúcar e canela, e uma cigarrilha.

INTEMPORAIS DITOS POPULARES

Se não queres acabar entalado, não te metas onde não és chamado.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

MONARQUIA PORTUGUESA E CINEMA NACIONAL EM DIA DE REGICÍDIO

Manuel Maria da Costa Veiga inicia a sua actividade cinematográfica como exibidor de filmes estrangeiros em Lisboa. Embora residente em Algés, era uma típica figura da Capital na viragem do século XIX para o XX — dandy alto e espadaúdo, de farta mas cuidada barba à moda. Além do mais, era um curioso e especialista em mecânica e electricidade, o que lhe conferia uma aura de mágico, nesses tempos da iluminação a gaz.

Costa Veiga ajudou Edwin Rousby na primeira exibição em Portugal de imagens em movimento, que decorreu no Real Coliseu da Rua da Palma (hoje desaparecido, para dar lugar a tristes pseudo-arquitectónicos caixotes pós-modernos); sessão essa que teve na assistência o Infante D. Afonso, irmão do Rei D. Carlos I, o que revela o empenho da Casa Real nas novidades científicas e artísticas que estavam a surgir, na Europa, na sequência da primeira apresentação pública — em Paris, a 28 de Dezembro de 1895 — de imagens captadas, reveladas e projectadas pelos irmãos Lumière, com a sua maravilhosa máquina Cinématographe.

A referida estreia lisboeta aconteceu em Junho de 1896 e nela foram projectadas fitas rodadas à volta do Mundo por operadores do pioneiro londrino Robert-William Paul. Foi um sucesso público, esta iniciativa do misterioso exibidor itinerante (húngaro ou americano, ninguém sabe) Edwin Rousby, «o electricista de Budapeste». Este, em Setembro, propicia nova sessão pública em Lisboa, agora com películas já filmadas no nosso País, pelo operador Harry Short, que Paul mandara para o sul da Europa à caça de imagens. A Cinemateca Portuguesa possui dois destes filmes: A Boca do Inferno e A Praia de Algés na Ocasião dos Banhos. Em Janeiro de 1897, Rousby parte definitivamente de Portugal, mas deixa em Lisboa a semente da cinefilia.

Depois deste flashback, para enquadramento histórico da aparição do Cinema («Animatógrafo», nas palavras de então) em Lisboa, vamos ao nosso pioneiro: Costa Veiga, após várias tentativas falhadas nesse sentido, conseguiu estabelecer-se como exibidor, inaugurando o Éden Concerto, aos Restauradores, e a Esplanada D. Luiz Filipe, em Cascais. Não tardou, no entanto, a dar o salto para a produção de filmes. Assim, aproveitando a estada sazonal do Rei D. Carlos em Cascais, no Verão de 1899, filma a Pessoa Real na praia, capta mais algumas vistas da então famosa estância balnear, e, finalmente, apresenta a sua primeira película: Aspectos da Praia de Cascais.

Foi o início de uma carreira de grande actividade como documentarista (palavra e conceito inexistentes à época, mas é disso que se trata), que atravessará toda a primeira década do século XX, registando os principais acontecimentos sociais e políticos, com a sua câmara inglesa Urban.

As vindas a Portugal de Chefes de Estado, e outras altas figuras, não lhe escaparam; e, temos, assim, a Série — interessante e fundamental para a compreensão da História da Europa — «Visitas a Lisboa»: Eduardo VII (1903), Afonso XIII (1903), Duques de Connaught (1903) Imperador da Alemanha Guilherme II (1905), Presidente de França Émile Loubet (1905), Rei de Saxe (1908).

Por este motivo, ficou conhecido por «Cineasta dos Reis», em oposição jocosa ao seu contemporâneo Aurélio da Paz dos Reis, «o Reis Cineasta», do Porto — primeiro português a dar à manivela uma câmara de filmar; e, revolucionário republicano, por sinal… Deste, falaremos noutro dia.

Entretanto, Costa Veiga fundou uma empresa produtora de Cinema — Portugal Filme —, continuando ainda a sua actividade profissional nos ramos da exibição e distribuição de fitas. Descobriu também, para o Cinema Português, Artur Costa de Macedo, que viria a ser um dos nossos melhores directores de fotografia, decisivo na Época de Ouro do Cinema Português (décadas de 1930 e 1940), e que trabalhava antes na garagem Auto-Palace, ao Rato.

Num tempo muito anterior ao advento da Televisão, era através do Cinema que os Estados comunicavam com os seus cidadãos e passavam para o exterior as imagens do País. Neste contexto, os filmes de Costa Veiga fizeram parte de uma grande e última ofensiva diplomática da Monarquia Portuguesa. A já referida Série «Visitas a Lisboa» foi distribuída por toda a Europa, com o apoio do Rei D. Carlos, mostrando Lisboa, como capital cosmopolita, acolhendo as principais figuras políticas do Mundo.

Note-se que os filmes, embora numa fase embrionária da Sétima Arte — em formato de curtas-metragens, a preto-e-branco, mudos —, eram um negócio rentável; e, Costa Veiga pôde enriquecer com a produção, distribuição e exibição de fitas, despertando, desta maneira, o apetite de muitos outros para esta indústria, os quais não tardaram a aparecer, em força, em Lisboa.

Sendo Costa Veiga «O Cineasta dos Reis», de facto, pode também dizer-se que a sua carreira sofre um grande abalo com o horrível Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 no Terreiro do Paço. Temos assim — simbolicamente — como uma das últimas obras do realizador: Os Funerais de S. M. El-Rei D. Carlos I e do Príncipe Real D. Luiz Filipe (1908).

Agora, em 2017, depois de passados 109 anos sobre o cobarde crime que foi o assassinato à traição do Chefe de Estado no Terreiro do Paço, não será a hora de se desenterrarem e exibirem os filmes do pioneiro lisboeta — do Cinema Nacional — Manuel Maria da Costa Veiga?

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DA SUSTENTÁVEL LEVEZA DO SABER

A sabedoria só é mentalmente suportável pelo homem se for compensada por homeopáticas doses de pobreza de espírito.

DA REVOLUÇÃO CONSERVADORA OU DA VANGUARDA TRADICIONALISTA

As fórmulas políticas são irrepetíveis na sua aplicação prática. Há portanto que renová-las, adaptando-as ao tempo presente. Quem souber fazê-lo —  mantendo e defendendo os valores fundacionais e fundamentais da sua nação —, vencerá.

DA TRADIÇÃO

Quando a cadeia-de-transmissão se interrompe é muito difícil restabelecê-la; e, porém, a sua força sai redobrada quando religada. Esperemos pois para ver esta verdade em acção no futuro — que se deseja próximo —  reencontro da Europa com a sua Tradição.

IN VINO VERITAS

Os vinhos são como os homens: a idade distingue os bons dos que não prestam — os primeiros, amadurecem; os segundos, azedam.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

DA LÍNGUA PORTUGUESA

Os espectadores assistem agora ao triste espectáculo de serem rebaptizados espetadores. Esta linda obra é certamente da responsabilidade daqueles trogloditas que se dedicam a espetar farpas na Língua Portuguesa. Bate tudo certo.

RELATÓRIO & CONTAS

O décimo mês de  Janeiro completo do Eternas Saudades do Futuro ainda não acabou e é já o Janeiro que regista mais visitas de sempre. Até um discreto blogue pessoal gosta de saber que há gente desse lado. Obrigado.

DA COMUNICAÇÃO NA INTERNET

Dou mais uma vez uma explicação aos meus amigos que simpática e repetidamente me têm convidado para aderir ao LinkedIn e ao Twitter. Até agora, não senti necessidade de aderir a essas duas redes, pelas seguintes razões: em relação ao primeiro caso, o meu site (convido todos a visitarem-no) cobre essa área de comunicação profissional; com respeito ao segundo, as mensagens que escrevo neste blogue pessoal são quase todas num estilo que me parece ser também o dessa outra rede, ou seja, «blogo» como «twittaria». Contudo, peço que me convençam do contrário, em ambos os casos. Se assim for, aderirei entusiasticamente – logo que tenha tempo para tal – às referidas plataformas. Já agora, quanto ao Facebook, não tenciono voltar a navegar nessas águas chilras e pantanosas. 

sábado, 28 de janeiro de 2017

SANTO DO DIA

S. TOMÁS DE AQUINO
(28.01.1225 — 07.03.1274)
Doutor da Igreja
Patrono Especial das Universidades e Escolas Católicas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

CAUSAS DAS REVOLUÇÕES CONSERVADORAS DO SÉCULO XXI

2.ª — A revolta das empobrecidas classes médias contra a corrupção político-económica.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

CINCO LIVROS ENRAIZADOS OU DA TRADIÇÃO NACIONAL E OCIDENTAL NA LITERATURA PORTUGUESA DO SÉCULO XX

A Torre da Barbela, Ruben A.
Vale Abraão, Agustina Bessa-Luís.
A Toca do Lobo, Tomaz de Figueiredo.
Mau Tempo no Canal, Vitorino Nemésio.
A Casa Grande de Romarigães, Aquilino Ribeiro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CAUSAS DAS REVOLUÇÕES CONSERVADORAS DO SÉCULO XXI

1.ª — A desilusão das empobrecidas classes médias com as mentiras dos merdia.